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Diogo Piçarra explica...
E defende-se das acusações de plágio.

Apesar de reconhecer as parecenças, Diogo Piçarra rejeitou qualquer ideia de plágio da música "Canção do fim", que no domingo passou à final do Festival da Canção, com a pontuação máxima tanto do júri como do público.

"Nunca participaria num concurso nacional com a consciência de que estava a plagiar uma música da Igreja Universal. Teria agarrado na guitarra e feito outra coisa qualquer", afirmou o músico em comunicado divulgado pela editora Universal Music.

Em causa está uma comparação, que adquiriu uma dimensão viral nas redes sociais, entre a música escrita por Diogo Piçarra e um tema religioso da Igreja Universal do Reino de Deus.

"Desconhecia por completo o tema e continuarei a defender a minha música por acreditar que foi criada sem segundas intenções", explicou o músico, dizendo estar de "consciência tranquila".

Na sua página de Facebook, o cantor reagiu às críticas num longo texto em que afirma que “a simplicidade tem destas coisas e só quem não cria arte é que nunca estará nesta posição. Faz parte da vida de um compositor e é algo que todos nós iremos ‘sofrer’ a vida toda”.

Adianta ainda que a canção surgiu em 2016, assim como músicas do seu novo álbum do=s e que a manteve guardada “por achar algo especial, no entanto, a sua simplicidade e a sua progressão de acordes não é algo que não tenha sido inventado, tal como tudo na música”.

E conclui, afirmando que, “afinal as pessoas quando olham, vêem tudo, no entanto, só o lado mau que procuram destruir. Mas, infelizmente, informo que isso nunca acontecerá”, agradecendo contudo “a esta família gigante que me apoia sempre”.